Como saber o que, estou postando está correto e se está de acordo com o que é pedido.Muito complicado fazer essa avaliação, pois às vezes a sua crítica não contempla o que está sendo buscado ou oferecido.Ainda me questiono se a cada postagem realizada ou feita,será que alcancei o que era para ser atingindo?Será que estou de acordo com cada evidência solicitada?Fica os questionamentos a cada postagem,a a cada diálogo realizado por aqui no blog, mas um dia terei a certeza que estarei fazendo a postagem certa de acordo com tudo que me fora pedido destacado nos encontros presenciais.Até lá perdei muitas vezes o foco,não serei crítica, serei muito dogmática mas,sempre,sempre mesmo em evolução constante com a aprendizagem construtiva e crítica.Em constante aprendizagem em permanente evolução.
quinta-feira, 31 de março de 2016
Discussão e Conflito
Como saber o que, estou postando está correto e se está de acordo com o que é pedido.Muito complicado fazer essa avaliação, pois às vezes a sua crítica não contempla o que está sendo buscado ou oferecido.Ainda me questiono se a cada postagem realizada ou feita,será que alcancei o que era para ser atingindo?Será que estou de acordo com cada evidência solicitada?Fica os questionamentos a cada postagem,a a cada diálogo realizado por aqui no blog, mas um dia terei a certeza que estarei fazendo a postagem certa de acordo com tudo que me fora pedido destacado nos encontros presenciais.Até lá perdei muitas vezes o foco,não serei crítica, serei muito dogmática mas,sempre,sempre mesmo em evolução constante com a aprendizagem construtiva e crítica.Em constante aprendizagem em permanente evolução.
Refletindo a Crítica.

Como foi discutido e acrescido de informações sobre a prática da crítica e a nossa evolução com ela se pensa que, a aprendizagem deste método faz parte de nossa jornada e de nossa evolução no caminho da arte de educar.A crítica faz parte da nossa trajetória aceitá-la,refleti-la e compor a caminhada faz parte de um método que precisamos ter um olhar diferenciado para compreendê-la e ter essa visão,formando uma auto crítica para que possamos ter na nossa caminhada esse mecanismo como eixo evolutório nas nossas práticas.Esse é o nosso maior objetivo,aprender a aceitar o que nos faz crescer e nos tornar melhores formadores de ideias para uma melhor caminhada para nossa aprendizagem como novos educadores.
sexta-feira, 18 de março de 2016
Readaptação Poema Reflexivo sobre a Infância.
Readaptção Poema Reflexivo sobre a Infância
Reflexão:
Quis com esse poema trazer as memórias da infância, o quão é
valioso e rico brincar, trocar, se sujar, sorrir, chorar enfim, ser criança uma
fase tão cheia de sonhos, emoções, faz de conta, que torna tudo tão inocente. Ser
criança e ter uma inocência, uma pureza infinita e viver sem maldade apesar das
condições, a criança deve ser criança e ponto. Deve ser tratada tão qual, deve
ser respeitada e assim ser vista como criança.
Criança é ser rico mesmo não tendo nada, e dar risada sem
ter graça e simplesmente ser...
Um sentimento,um será??????
Diário
de Um Detento
Compositor:
Jocenir
Aqui estou, mais um dia.
Sob o olhar sanguinário do vigia...
Sob o olhar sanguinário do vigia...
Reflexão:
Ou coordenador, professor(a) ou tutor(a) ,não sei bem ao certo dizer...De
repente, me vejo como detenta desta correria toda chamada Educação à Distância,
portanto se torna forte a origem, se for ler toda a letra da música não se
encaixa mas, a frase sim .Como me senti ao chegar novamente ao curso, a mais um
novo semestre e a mais novas exigências.Estou encontrando bastante dificuldades
em me colocar no meio, me sentir
pertencente ao grupo e me fazer valer dentro do mesmo. Apenas um desabafo ao
meio deste primeiro encontro que, trouxe as reflexões de como me vejo no curso,
minhas expectativas e até mesmo uma avaliação do que fiz com um conceito e
ideias qualificativas e do que fiz sem essa reflexão. Me sinto ainda
aprisionada as amarras de uma educação presencial, sinto falta deste movimento
mas, ao mesmo tempo tenho que digerir que estou em um outro contexto, por minha
própria escolha e desta qual, terei de ir até o fim. Pois, desafios são ordem
do dia para quem escolhe essa profissão,desencantamentos e encamentos fazem
parte do dia-a-dia de um professor,ou quer dizer que estou neste momento “a
espera de um milagre?”
Enfim, mais um semestre que se inicia mais uma vez sem
expectativas de momento, ainda na
avaliação do que estará por vir e em busca da adaptação para que esse processo
flua com mais naturalidade. Agora é aguardar e um excelente semestre...
quinta-feira, 17 de março de 2016
INTEGRAÇÃO
Reflexão:
Por não conseguir resgatar a anterior resolvi buscar, procurar
uma nova. Eis que encontro esta que, reflete um pouco dos sentimentos e de tudo que já
vivenciei ao longo desta trajetória, muitas vezes parecendo ser infinita e
outras tantas finitas. Poema que escolhi colocar como parte do seminário
integrador do semestre passado. Reavaliando meus conceitos e minhas idas e
vindas ao longo do curso. Ainda não me sinto pertencente parece que me falta
algo busco incessantemente um norte, um paradeiro, um aconchego no meio de
tantas dúvidas quem sabe ao longo do processo eis de encontrar o meu porto
seguro...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
Psicologia da Educação e Desenvolvimento Infantil
Enviado
por:
Arquivado
no curso
de Matemática na UFPI
NIDADE 2: A Psicologia da Educação no Brasil 2.1 –
A evolução histórica da Psicologia da Educação
2.1.1 – Influências antecedentes: a instituição da
Psicologia da Educação no mundo
A compreensão da constituição da Psicologia da
Educação no Brasil exige sua contextualização em um quadro histórico mais
amplo, de modo que você possa verificar as origens desse campo do conhecimento
humano tão essencial para a Educação, que juntamente com outras áreas, permite
entender melhor o fenômeno educacional.
Nesse sentido, as origens da Psicologia da Educação
remontam ao Funcionalismo norte-americano, sob a influência de uma das
primeiras escolas da Psicologia que você já estudou na unidade anterior. Como
nós já vimos, em função das características próprias da sociedade americana, em
especial o pragmatismo, só era valorizado o que era útil. Por essa razão, a
Psicologia da Educação surge inicialmente para resolver os problemas da
educação nos Estados Unidos, por volta de 1894. A partir dessa década, o número
de psicólogos voltados para esse campo teve um crescimento admirável. Stanley
Hall e Edward Thorndike são considerados como os que mais contribuíram para o
desenvolvimento desse campo, embora partissem de posições teoricamente
distintas.
Em 1905 tem início o uso de testes de inteligência
para aferir o desempenho dos alunos, a partir do teste criado por Alfred Binet
(psicólogo francês) e Théodore Simon, os quais receberam essa incumbência do
Ministro de Instrução da França que desejava separar os alunos que tinham um
bom desempenho, daqueles que apresentavam dificuldades de aprendizagem. É o
sinal para o desenvolvimento espetacular dos testes de inteligência.
A Psicologia passa a ser considerada a solução para
todos os problemas da educação, o que fez com que se tornasse uma espécie de
mania nacional nos Estados Unidos, sendo amplamente divulgada não apenas em
periódicos científicos, mas também em revistas populares e em outros meios de
comunicação, como jornais, por exemplo. Essa psicologia aplicada se estendeu a
campos outros, tais como: à clínica, ao Direito e à publicidade.
Escola da Filosofia tem como fundamento a concepção
de que os atos e as idéias somente são verdadeiros se permitem solucionar os
problemas do indivíduo.
– 35 –
Essa fase de euforia em relação à Psicologia como
um todo começa a diminuir quando se comprova que essa promessa não se cumpre.
Nas décadas de 20 e 30, a Psicologia passa, assim, por um período de severas
críticas, as quais só diminuem na Segunda Guerra Mundial, quando é chamada a
solucionar outros problemas.
Especificamente no que se refere à Psicologia da
Educação, observa-se sua influência em outros países, como a Suíça, por
exemplo, sob a iniciativa de Claparède que cria o Instituto de Pesquisa
Psicológica Jean Jacques Rosseau.
A Psicologia da Educação alcança enorme
desenvolvimento em três áreas: psicologia da criança, medida das diferenças
individuais e aprendizagem. Tal fato é decisivo para que esta assuma um lugar
de destaque no cenário educacional, chegando a ser considerada a rainha das
ciências da educação, contribuindo para que se acreditasse que seria possível,
a partir dessa disciplina estabelecer o estatuto de cientificidade da
Pedagogia.
No início da década de 50, a Psicologia da Educação
apresenta um enorme paradoxo: por um lado, oficialmente, é considerada a
disciplina que mais coopera com a Pedagogia no sentido de esclarecer os
fenômenos educativos; por outro, ao ampliar desmedidamente seu campo de
atuação, torna imprecisos seus limites, ou seja, o seu objeto de estudo se
perde e, conseqüentemente, sua identidade.
É nesse contexto, no decorrer dessa década que a
Psicologia da Educação passa por um período de severas críticas, as quais
aliadas ao contexto sócio-histórico do momento terminam por colocá-la em xeque.
Entre as críticas que sofreu está o número de escolas que a compõem e que
apresentam visões distintas sobre o mesmo fenômeno. Aliado a isso, o surgimento
de disciplinas como Planejamento educativo, Sociologia da Educação e Economia
da Educação acentuam o fato de que a Psicologia da Educação não era capaz de
dar resposta a todas as questões levantadas pela Educação.
No decorrer da década de 50, inúmeras
transformações nos mais diversos domínios terminaram por favorecer novamente a
Psicologia da Educação, como por exemplo, o final da guerra fria e a
prosperidade econômica do período,
– 36 – que culminaram em mais recursos para a
educação e, conseqüentemente, para a psicologia.
Não obstante tal fato, a Psicologia da Educação ao
verse obrigada a dividir o espaço conquistado com outras disciplinas, passa por
modificações que podem ser consideradas positivas, tendo em vista que foi nesse
período que delimitou seu objeto de estudo, precisou seus conteúdos e explorou
novos aspectos do fenômeno educativo. Um exemplo é o interesse desenvolvido
pela aprendizagem de disciplinas específicas no contexto escolar, como a
matemática, e os elementos envolvidos nesse processo.
A partir da década de 70 até os dias atuais, a
Psicologia da Educação começa a desenvolver estudos mais intensos na área da
aprendizagem, aproximando-se da Psicologia da Instrução (que trata dos aspectos
instrumentais do processo de aprendizagem), assim como esta última se aproxima
da Psicologia Cognitiva.
Esse breve percurso pela história da Psicologia da
E- ducação no contexto mundial permite-nos agora, focalizar o desenvolvimento
desta no Brasil, o que será feito no próximo tópico, mas antes disso, seria
interessante que você resolvesse a seguinte atividade.
REFLEXÃO:
A psicologia da educação e o desenvolvimento
infantil fazem parte do contexto inicial para um trabalho com amplo aspecto e
de forma a trabalhar-se melhor de forma e de que forma se pode ser
realizada,conduzida,esperada e diagnosticada.Ao passar dos tempos essas
evidências foram ganham notoriedade para que se aprofunda-se essas sínteses
para uma melhor jornada e caminhada no processo evolutivo na educação do Brasil
nos dias de hoje.
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